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Brasil

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A importância em adquirir um produto legalizado para o tratamento da Leishmaniose Visceral Canina (LVC)

Antes da chegada do MilteforanTM, o tratamento da LVC não era permitido e os cães diagnosticados com a doença eram submetidos à eutanásia.

Com a aprovação do medicamento, a Virbac conseguirá mudar esse cenário.

 

O Médico Veterinário nesse novo cenário

O veterinário será o responsável pela instrução do proprietário sobre todos os aspectos do tratamento e sobre o comprometimento que o proprietário deverá possuir em realizar adequadamente o acompanhamento do paciente.

Como a LVC é uma doença crônica e de difícil cura parasitológica, é essencial o retorno do animal para ser avaliada a necessidade de um novo ciclo de tratamento.

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E os outros tratamentos que eram considerados ilegais?

Continuam não sendo autorizados.

Apenas Milteforan™, que é exclusivo de uso veterinário e registrado no Ministério da Agricultura, Agropecuária e Abastecimento, pode ser utilizado no tratamento da LVC.

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Posso comprar o mesmo produto, mas não adquiri-lo no Brasil?

Os produtos do Brasil possuem uma etiqueta com um número que fornece rastreabilidade. Assim, é possível identificar quem está tratando com o produto adquirido de forma legal.

O mesmo produto, porém, não adquirido no Brasil, não possui essa etiqueta, não sendo possível a comprovação de que o tratamento está sendo feito de forma legalizada.

Além disso, produtos vendidos fora do Brasil não possuem garantia de eficácia, qualidade, segurança ou respaldo do laboratório, já que não é possível comprovar em quais condições de transporte e armazenamento estes produtos permanecem, o que pode comprometer as características do medicamento.

 

Virbac Club Pet

O número da etiqueta pode ser adicionado ao aplicativo http://virbacclubpet.com.br/, auxiliando o veterinário e o proprietário no acompanhamento de cada animal tratado, inclusive com lembretes para agendamento de retorno à clínica e manutenção do tratamento.

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Mitos e verdades sobre a Leishmaniose Visceral Canina (LVC)

  1. Somente o tratamento com Milteforan™ foi aprovado no Brasil para tratamento da LVC.

 Verdade. Milteforan™ é o único medicamento para tratamento da LVC, ou seja, de uso exclusivo para cães, e registrado para este fim no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Vale ressaltar que a Portaria Interministerial Nº 1.426, proíbe o tratamento da LVC com produtos de uso humano ou não registrados no MAPA.

  1. Com o uso do Milteforan™, o cão estará curado da doença.

Mito. Com o uso do Milteforan, o cão poderá obter a cura clínica e epidemiológica. Porém, apesar de reduzir significativamente a quantidade de parasitas e apesar do cão deixar de ser transmissor da doença, a Leishmania permanecerá em seu organismo. Por esse motivo é tão importante o acompanhamento e monitoramento do animal por um médico veterinário com exames clínicos e laboratoriais; além da repetição do tratamento, a fim de manter os níveis baixos da quantidade de parasitas.

  1. Se o cão está com sintomas na pele, isso quer dizer que ele tem leishmaniose tegumentar.

Mito. Geralmente, cães com leishmaniose visceral apresentam alterações na pele. Sendo uma doença sistêmica, pode também envolver qualquer órgão, tecido ou fluido corporal e se manifesta por sintomas clínicos inespecíficos. Além das alterações cutâneas, pode apresentar aumento de linfonodos, perda de peso progressiva, atrofia muscular, lesões oculares, entre outros.

Na leishmaniose tegumentar, o cão não é considerado o principal reservatório da doença.

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  1. Posso pegar a doença através do contato físico com o cão que possui a doença.

Mito. A Leishmaniose Visceral Canina não é transmitida por mordida, arranhão, lambedura, urina ou fezes. A doença é transmitida através da picada do mosquito infectado.

  1. A única medida eficiente para controle da doença é o tratamento dos cães doentes.

Mito. O tratamento é apenas uma, dentro de um conjunto de outras medidas necessárias para a prevenção. A medida mais eficiente continua sendo o combate ao mosquito, impedindo-o de se multiplicar e de picar animais e humanos através da utilização de repelentes.

  1. Consigo prevenir o mosquito retirando focos de água parada.

Mito. O mosquito transmissor da doença – o mosquito-palha – tem preferência por lugares com matéria orgânica, com muitas plantas e árvores frondosas. A limpeza do terreno, poda das árvores, manter os canis limpos e telados são medidas mais eficazes contra esses mosquitos. Além disso, é essencial a utilização de repelentes no ambiente e no cão.

  1. Existe a possibilidade de alguns exames diagnósticos darem resultados errados.

Verdade. Existem resultados chamados de falso positivo e falso negativo (ou seja, o cão saudável pode ser tratado indevidamente e o cão doente pode ficar sem tratamento). Por esse motivo, o diagnóstico não é baseado em um único exame, sendo um processo complexo que necessita de prova e contraprova.

 


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A DOENÇA

 

A Leishmaniose Visceral Canina (LVC) é uma doença parasitária causada por um protozoário, Leishmania infantum chagasi, tendo o cão como principal reservatório da doença. Além disso, a LVC é uma zoonose, doença que pode ser transmitida dos animais para o homem.    

 

Os principais sintomas de LVC são:    

 

•    Lesões de pele

•    Aumento de linfonodo generalizado

•    Perda de peso progressiva

•    Atrofia muscular

•    Lesões oculares

•    Sangramento nasal

•    Crescimento exagerado das unhas (onicogrifose)

 

Atualmente, sabe-se que os sintomas variam muito e não têm um padrão específico, podendo ser confundidos com outras doenças. É importante que o Médico Veterinário solicite exames específicos para o diagnóstico da LVC.

   

 

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TRANSMISSÃO

 

A transmissão ocorre quando o flebótomo (mosquito) pica um animal doente e, ao se alimentar, ele se contamina com o parasito. Ao picar outro animal, durante a alimentação, ele acaba inoculando o parasito na corrente sanguínea, transmitindo a doença. Somente as fêmeas do mosquito irão fazer esta transmissão.    

 

A LVC NÃO é transmitida por mordida, arranhão, lambedura, urina ou fezes de animais infectados.

 

 

DIAGNÓSTICO

 

O diagnóstico é feito através da avaliação física e realização de exames específicos para identificar ou não a presença do protozoário.    

 

Somente o Médico Veterinário está capacitado para diagnosticar e tratar a LVC corretamente.

 

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TRATAMENTO - MILTEFORANTM

Antes da aprovação do tratamento com MilteforanTM, único medicamento aprovado para o tratamento de LVC no Brasil, que aconteceu em agosto de 2016, os animais diagnosticados com leishmaniose eram submetidos à eutanásia.    

O MilteforanTM oferece as seguintes vantagens:    

 

-  Pode ser administrado por via oral em dose diária única, por 28 dias, o que torna o tratamento mais fácil de ser realizado pelo proprietário, evitando falhas terapêuticas.    

 

- Oferece segurança para ser utilizado em pacientes com insuficiência renal e hepática com parâmetros mais estáveis.    

 

- Não atua somente na destruição do parasito Leishmania, mas também estimula a ativação  dos macrófagos e das células, diminuindo a carga do parasito e evitando a transmissão.    

 

É muito importante saber que o animal em tratamento precisa ter um acompanhamento Médico Veterinário regularmente. A cada 4 meses é necessário realizar novamente exames específicos para avaliar a evolução da doença e a necessidade de um novo tratamento.    

 

ACOMPANHAMENTO

 

Veja abaixo algumas imagens antes e depois do tratamento com o MilteforanTM.

 

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PREVENÇÃO

 

A melhor forma de prevenção é a utilização de inseticidas e repelentes para evitar o contato do mosquito com o animal. A utilização de produtos específicos, vai auxiliar no controle do mosquito transmissor e também na chance do flebótomo picar um animal doente e transmitir a doença para outro animal.     

 

Animais em tratamento também devem fazer uso de inseticidas e repelentes, a fim de se evitar a reinfecção.

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